Goteira...
A dubiedade indubitável, indelével.
Agora a chama ordinária, o chamado triste sob o vestígio de um brilho.
Lá no alto, no entanto, houve já a dura constatação:
não mais ela me traria o amor...
O tempo fora longo e sem culpas,
apenas suas marcas deixava outra vez.
Eu quero a inteireza do arrepio,
a pele fulgurante
de lágrimas eternas!
Passos lado a lado,
braços ligando corpos doadores de suas essências.
Percepção de um encontro.
Vitalidade na memória pelo reencontro.
Da dor diluviana aprendo a admirar a felicidade a conta-gotas.
Quando o próximo pingo?
Franqueza poética,
amargura objetiva
nas regiões de todo o ser...


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